PSD e direita só sabem reagir à crise com austeridade

No debate na generalidade do Orçamento de Estado para 2021, o PS defendeu que a proposta Governo é de um Orçamento de Estado de resposta à crise pandémica, de reforço do Estado Social, de estímulo às empresas, de aumento do investimento público, de valorização dos rendimentos, de fortalecimento do SNS e de apoio social a quem mais precisa.

“O PSD e a direita só sabem reagir à crise com austeridade” e com “aumento de impostos” afirmou Tiago Barbosa Ribeiro no debate na generalidade do Orçamento de Estado para 2021, que continua esta quarta-feira no Parlamento.

O coordenador dos deputados socialistas nas áreas do Trabalho e Segurança Social afirmou que o PS “compreende politicamente o voto contra do PSD e da direita porque o Orçamento do Estado se posiciona à esquerda”. Tiago Barbosa Ribeiro notou que “o PSD desistiu porque tem vergonha de dizer ao País porque está contra este orçamento”, que aumenta o Salário Mínimo Nacional e as pensões sociais, reforça as políticas sociais e o Serviço Nacional de Saúde e valoriza a escola pública.

Dirigindo-se à bancada social-democrata, Tiago Barbosa Ribeiro declarou que se os partidos da direita “continuarem a errar como como erraram ao longo dos últimos anos, o país pode estar confiante no rumo escolhido porque o sucesso da nossa governação tem sido a medida do vosso falhanço enquanto oposição”.

“Este é um orçamento à esquerda e nós temos muito orgulho nisso”, congratulou-se o deputado do Grupo Parlamentar do Partido Socialista, dizendo que a proposta do Governo vai mais além e aprofunda “o caminho firmado desde 2015” face às consequências da crise pandémica.

Segundo Tiago Barbosa Ribeiro, no setor da Segurança Social e do Trabalho, o Orçamento do Estado prevê “22.385 milhões de euros, o que demonstra bem a prioridade que damos ao reforço dos nossos sistemas de proteção social”. Por isso, o PS apenas pode “registar com desilusão a posição que foi assumida e anunciada pelo Bloco de Esquerda”.

“Está em causa a convergência em torno de um programa comum de recuperação económica e de combate à crise que não deixa de reforçar os serviços públicos, a proteção social, os rendimentos e os direitos dos trabalhadores”, disse Tiago Barbosa Ribeiro.

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