PS conquista maioria absoluta e elege 19 deputados no distrito do Porto

O país acordou pintado a rosa. O PS conquistou a segunda maioria absoluta da história. No distrito do Porto, a vitória do PS permitiu eleger 19 deputados, mais dois do que em 2019.

O Partido Socialista venceu as Eleições Legislativas com 41,68 % dos votos, quando ainda faltam apurar os resultados dos círculos da emigração. O PS elegeu 117 deputados à Assembleia da República, número que pode subir para 119.

No distrito do Porto, a vitória socialista é inequívoca. O PS elegeu 19 deputados à Assembleia da República, mais dois do que em 2019, e venceu em 17 dos 18 concelhos do distrito: Amarante, Baião, Felgueiras, Gondomar, Lousada, Maia, Marco de Canaveses, Matosinhos, Paços de Ferreira, Paredes, Penafiel, Porto, Santo Tirso, Trofa, Valongo, Vila do Conde e Vila Nova de Gaia. Registou-se uma subida de 6% na votação, com o alcance de mais 76.473 votos do que em 2019 e mais 1% do que o resultado nacional do PS.

Pelo Círculo Eleitoral do Porto foram eleitos Alexandre Quintanilha, Rosário Gambôa, João Pedro Matos Fernandes, Isabel Oneto, João Paulo Correia, Ana Paula Bernardo, João Torres, Tiago Barbosa Ribeiro, Cristina Mendes da Silva, Eduardo Pinheiro, Hugo Carvalho, Joana Lima, Rui Lage, Carlos Brás, Patrícia Ribeiro Faro, Carla Sousa, Miguel Rodrigues, Sofia Andrade e José Carlos Barbosa.

Ontem no seu discurso, António Costa destacou que esta é “a vitória da humildade, da confiança e pela estabilidade”. O Secretário-Geral do PS afirmou que “depois de seis anos do exercício de funções como primeiro-ministro, depois dos últimos dois anos num combate sem precedentes contra uma pandemia, é com muita, muita emoção que assumo esta responsabilidade que os portugueses hoje me confiaram”.

Para o líder socialista, “os portugueses mostraram um cartão vermelho a qualquer crise política; os portugueses manifestaram o seu desejo de, nos próximos anos, contarem com estabilidade, com certeza e segurança”.

António Costa deixou claro que “uma maioria absoluta não é o poder absoluto, não é governar sozinho: é uma responsabilidade acrescida”.

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