João Torres: “Esquerda parlamentar deitou fora orçamento de contas certas”

João Torres foi o convidado do Plenário de Militantes “Garantir o Futuro” da Concelhia de Felgueiras do Partido Socialista.

Na Biblioteca Municipal de Felgueiras, o dirigente do PS e atual Secretário de Estado, defendeu que o Orçamento de Estado para 2022 foi chumbado numa altura em que “a instabilidade pandémica exigia um quadro político de estabilidade” que os partidos à esquerda do PS “não quiseram entender”.

João Torres salientou que “a esquerda parlamentar deitou fora um orçamento de contas certas, que reforçava a capacidade de resposta dos serviços públicos em áreas fundamentais como a Saúde e a Educação”.

Para o Secretário de Estado, “até dia 30 de janeiro, estaremos em condições de convencer os portugueses a darem mais força ao PS, como forma de reforçar uma estratégia governativa com uma clara marca de esquerda, de uma esquerda moderna e europeísta”.

A sessão contou com ainda com a presença de Manuel Pizarro, eurodeputado e presidente da Federação Distrital do Porto do PS, Nuno Fonseca, presidente da Câmara Municipal de Felgueiras e Marco Silva, presidente da Comissão Política Concelhia de Felgueiras do PS.

Manuel Pizarro assegurou que “o PS continuará a privilegiar, preferencialmente, o diálogo com a esquerda parlamentar”, sem confundir “a estratégia expansionista do Orçamento de Estado com propostas irresponsáveis de despesa pública”.

O presidente da Federação Distrital do Porto do PS, sustentou que o objetivo de uma política de esquerda “é manter a sustentabilidade durável e perene da Segurança Social em nome das futuras gerações, sem ceder à demagogia”.

Manuel Pizarro, destacou o orgulho do PS na implementação de medidas que privilegiam os direitos dos trabalhadores e a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos, sendo exemplo disso “o aumento do salário mínimo de 500 para 705 euros em 6 anos.”

O também eurodeputado, afirmou-se confiante de que nas eleições de 30 de janeiro, os portugueses irão reconhecer o trabalho feito pelo Governo do PS e lembrar que “na resposta à crise, o PS agiu com solidariedade enquanto a direita responde com austeridade. Estas duas opções são absolutamente distintas e os seus resultados económicos e sociais também. É esta a escolha que os portugueses vão fazer”.

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